Gestão em Recursos Humanos

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Recrutamento e Seleção - Aula do dia 12/09/2014


Testes e Entrevistas no Processo Seletivo

Só de ouvir falar, muita gente arregala os olhos de preocupação. Os testes de seleção são uma das etapas mais temidas dos processos seletivos, às vezes até mais do que a própria entrevista. Mas é importante lembrar que ficar nervoso e preocupado só piora a condição do candidato. Aplicados geralmente antes ou depois da entrevista individual, os testes têm como objetivo detectar características da sua personalidade, o que significa que não há bom ou mau desempenho. Sendo verdadeiro, você mostrará se está pronto para corresponder às expectativas da empresa, independente do tipo de teste que estiver fazendo.
     Um dos maiores índices de uso dos testes psicológicos ou psicotécnicos no mercado brasileiro é na seleção de candidatos para os disputados empregos públicos do governo em todos os estados.
     Enquanto é claro que a entrevista de emprego e outros métodos de avaliação psicológica sejam a principal fonte de preocupação para a maioria dos candidatos, o teste de personalidade é o principal elemento de mistificação do processo de seleção. Muitos candidatos não sabem o suficiente sobre eles.
     A maioria dos candidatos acredita que os testes de personalidade são imprecisos e um "capricho dos "psicólogos'". Muitos realizadores de qualquer teste de personalidade estão convencidos de que os resultados não reflectem de forma confiável seus comportamentos. Esta atitude sobre os testes de personalidade é em geral um motivo para falha nas entrevistas de emprego. Se o candidato trata um teste com resistência, cinismo ou raiva, ele sem dúvida estará minimizando suas chances de sucesso.
     A maioria dos processos de seleção de funcionários, como, por exemplo, a entrevista de trabalho, examina o comportamento total dos candidatos . Ao contrário, os testes de personalidade vão mais a fundo e visam revelar características pessoais mais profundas e menos óbvias.
     As informações fornecidas por estes testes, como também pelas entrevistas e testes de aptidão, ajudam o avaliador a juntar todas as peças e ter uma impressão global do candidato.
     Uma reclamação recorrente que ouvimos dos candidatos é que os testes de personalidade são inválidos e que não conseguem realmente extrair as verdadeiras informações sobre a personalidade de alguém, e somente os psicológos acreditam neles. Esta reclamação é falsa. Os testes de personalidade podem não ser um perfeito preditor do futuro desempenho no trabalho oferecido, mas eles são certamente ferramentas classificatórias nos processos de seleção de candidatos.
     Viviane Panareli, psicóloga especializada em Psiquiatria e consultora free-lancer, explica que não há razão alguma para se preocupar. "Tento mostrar ao candidato que o teste não é um bicho de sete cabeças e o seu objetivo é justamente verificar se há uma ligação entre o perfil do candidato e o perfil da empresa, característica essencial para a pessoa se dar bem na organização"


(Marcelo)


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