Gestão em Recursos Humanos

Gestão em Recursos Humanos

domingo, 12 de outubro de 2014

resumo da aula do dia  10/10/2014         


Método do Escalonamento 
É também denominado método da comparação simples e consiste em se dispor os cargos em um rol (crescente ou decrescente) em relação a algum critério de comparação. Recebe também o nome de comparação cargo a cargo pelo fato de que cada cargo é comparado com os demais em função do critério escolhido, como base de referencia. Trate-se do mais rudimentar dos métodos de avaliação de cargos, pois a comparação entre os cargos é global e sintética, sem considerar nenhuma analise ou decomposição. Assim, a comparação tende a ser superficial.

 Método das Categorias Predeterminadas
Constitui uma variação do método do escalonamento simples. Poderia ser denominado método dos escalonamentos simultâneos. Para se aplicar este método, faz-se necessário dividir os cargos a serem comparados em conjuntos de cargos (categorias predeterminadas) que possuam certas características comuns. A seguir, faz-se aplicação do método do escalonamento simples em cada um desses conjuntos ou categorias de cargos.
 Método da Comparação de Fatores 
Utiliza o principio do escalonamento. É uma técnica analítica, no sentido de que os cargos são comparados através de fatores de avaliação. A criação do método de comparação de fatores é atribuída a Eugene Benge que propôs cinco fatores genéricos, a saber:
1 Requisitos mentais
2 Habilidades requeridas
3 Requisitos físicos
4 Responsabilidade
5 Condições de Trabalho
O Método de Comparação por Fatores exige as seguintes etapas que devem ser desenvolvidas após a analise de cargos:
a. Escolha dos fatores de avaliação: constituem critérios de comparação, isto é, instrumentos de comparação que permitirão escalonar os cargos a avaliar.
b. Definição do significado de cada um dos fatores de avaliação: Quanto melhor a definição dos fatores, tanto maior a precisão do método.
c. Escolha dos cargos de referência: Permiti as comparações dos cargos. Os cargos de referência são escolhidos para facilitar o manuseio dos fatores de avaliação.
d. Escalonamento dos fatores de avaliação: cada cargo referencia é avaliado através do escalonamento dos fatores de avaliação.
e. Avaliação dos fatores nos cargos de referencia: Tomando-se por base os cargos de referencia, os fatores devem ser posicionados e ponderados quanto a sua contribuição individual para o total de modo que a soma total dos salários obtida para um cargo de referência possa ser dividida e considerada em termos absolutos para cada fator.
f. Montagem da Matriz de escalonamento e de avaliação dos fatores: É a reconciliação dos resultados obtidos na avaliação de fatores com aqueles obtidos no escalonamento original dos fatores. Deve haver conformidade entre as diferenças relativas indicadas pelo escalonamento e as diferenças absolutas encontradas nas alocações salariais arbitrarias e subjetivas.
g. Escala comparativa de cargos: Transformação da matriz de escalonamento e de avaliação em cada escala comparativa de cargos.
 Método de avaliação por pontos
É também denominado método de avaliação por fatores e pontos. Criado pelo americano Merril R. Lott, tornou-se o método de avaliação de cargos mais usado nas empresas. É o mais aperfeiçoado e o mais utilizado dos métodos aqui expostos. A técnica é analítica: cargos são comparados através de fatores de avaliação em suas partes componentes. É também técnica quantitativa: são atribuídos valores numéricos para cada elemento do cargo e um valor total é obtido pela soma dos valores numéricos.
O método de avaliação por pontos se fundamenta na analise de cargos e exige as seguintes etapas:
1. Escolha dos fatores de avaliação: São os mesmos fatores de especificações escolhidos para o programa de analise de cargos e são constituídos em quatro grupo de fatores:
a. Requisitos Mentais
b. Requisitos físicos
c. Responsabilidades envolvidas
d. Condições de Trabalho
2. Ponderação dos fatores de avaliação: É feita de acordo com a importancia relativa de cada fator, já que os fatores não são idênticos em sua contribuição ao desempenho dos cargos, requerendo ajustamentos compensatórios.
3. Montagem da Escala de Pontos: A etapa seguinte é a atribuição de valores numéricos aos graus de cada fator. Geralmente, o grau mais baixo de cada fator corresponde ao valor da percentagem de ponderação.
4. Montagem do Manual de Avaliação de Cargos: Passa-se a definir o significado de cadê grau de cada um dos fatores de avaliação.
5. Avaliação: dos cargos através do Manual de Avaliação: Passa-se a avaliar os cargos. Tornando-se um fator de cada vez e se comparam com ele todos os cargos.
6. Delineamento da Curva Salarial: É a conversão dos valores dos pontos em valores monetários. Deve-se ressaltar que isto não significa que a relação numérica entre os cargos indique uma diferenciação precisa em valores monetários entre eles.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Remuneração - Relatório da aula do dia 08/10/14

 Descrição de cargo 

Descrever um cargo significa relacionar desde o que o ocupante faz até o motivo porque faz, a descrição de cargo é um retrato simplificado do conteúdo e das principais responsabilidades do cargo. O formato de uma descrição de cargo inclui o título do cargo, o sumário das atividades a serem desempenhadas e as principais responsabilidades do cargo. A descrição do cargo relaciona de maneira breve as tarefas, deveres e as responsabilidades do cargo.Analisar um cargo significa detalhar o que o cargo exige do seu ocupante em termos de conhecimentos, habilidades e capacidades para que possa desempenhá-lo adequadamente. A análise de cargos procura determinar quais os requisitos físicos e mentais que o ocupante deve possuir, as responsabilidades que o cargo lhe impõe e as condições em que o trabalho deve ser feito. E também se se preocupa com as especificações do cargo em relação ao ocupante que deverá preenchê-lo.



(Bruna Rodrigues)



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terça-feira, 7 de outubro de 2014


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Remuneração - Relatório da Aula do dia 06/10/2014

Isonomia Salarial

Atualmente não há legislação trabalhista que trate especificamente da Gestão de Cargos e Salários. No entanto, indiretamente, há princípios que acabam por proteger o trabalhador de certas incoerências ou distorções que possam ocorrer em suas remunerações.

A falta do plano de cargos e salários na empresa geralmente traz definições de salários, promoções ou reconhecimentos sem uma adequada avaliação para este reconhecimento.

A importância do plano de cargos e salários está justamente na possibilidade de se garantir esta isonomia, através do exercício da avaliação da estrutura funcional separando tarefas e responsabilidades que corresponderão a cada cargo, atribuindo-lhes valores justos e coerentes.


Suelinton 
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Plano de Benefícios - resumo da aula do dia 07/10/2014

Retorno de Investimento


É muito importante ter um plano de benefícios na empresa, mas é também igualmente importante saber selecionar quais os melhores e mais adequados para sua organização. 

Quando uma organização implanta um plano de benefícios, ela não esta somente interessada no bem estar do funcionário, ela também deve ser beneficiada de alguma maneira, para que seja considerado um INVESTIMENTO e traga benefícios a empresa. Normalmente, os benefícios retem os funcionários na empresa, diminuem a rotatividade, aumenta a satisfação no trabalho, facilita o recrutamento e retenção de pessoal, reduz distúrbios e queixas, aumenta a motivação dos colaboradores e, consequentemente, a lucratividade da empresa.

É preciso estar atento também a forma como os benefícios serão implantados. Antes de implantar novos benefícios, é preciso que seja feito um estudo dentro da empresa, buscando saber quais são as necessidades reais, ou então tudo poderá se transformar em uma grande dor de cabeça. Um plano de benefícios precisa ficar na empresa por, pelo menos, 1 ANO, por isso é necessário um estudo dos custos e despesas desses benefícios, eles precisam estar compatíveis com o que a empresa pode pagar, evitando assim reclamação por parte dos funcionários e desmotivação dos mesmos.

(Felippe)

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sábado, 4 de outubro de 2014

Remuneração - resumo da aula de 03/10/2014



Remuneração


“Remuneração é  o conjunto de retribuições recebidas habitualmente pelo empregado pela prestação de serviços, seja em dinheiro ou em utilidade, provenientes do empregador ou de terceiros, mas decorrentes do contrato de trabalho, de modo a satisfazer suas necessidades básicas e de sua família” (art. 457, CLT).

dessa vez eu decidi que no lugar de um resumo seria melhor posta o artigo todo e  depois de muita pesquisa eu encontrei um  arquivo em pdf que fala de toda a aula do dia 3/10/2014 ainda tem muito mais o que pode ser  muito bom  para quem falto  na ultima sexta 

aqui segue o link  http://rhufc.files.wordpress.com/2010/05/remuneracao-e-beneficios-trabalho.pdf  

 e um trabalho de uma outra turma de administração que pode ser muito bom para consultas em todo o caso vale a pena  dar uma olhada
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Plano de Benefícios - RELATÓRIO DA AULA DO DIA 02/10

Classificação de Benefícios



Os planos de benefício podem ser classificados de acordo com sua exigência, sua natureza e seus objetivos.

1) Quanto sua exigência legal: os planos podem ser classificados em legais e espontâneos.

     A) Benefícios Legais: São os benefícios exigidos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) ou por convenção coletiva entre sindicatos. 
Exemplos: Vale transporte, férias, 13º, FGTS, PIS, hora extra, etc.

Alguns desses benefícios são pagos pela empresa, enquanto outros são pagos pelos órgãos previdenciais.

     B) Benefícios Espontâneos: São os benefícios concedidos por mera liberalidade das organizações, já que não são exigidos por lei, nem por negociações coletiva.
Exemplos: Vale alimentação, vale refeição, cesta básica, assistência médica e odontológica, bônus, gratificações, empréstimos, etc.


2) Quanto a sua natureza: Os planos de benefícios podem ser classificados emmonetários ou não monetários, conforme sua natureza.

     A) Benefícios Monetários: São os benefícios concedidos em dinheiro, por meio de folhas de pagamentos gerando encargos sociais, que são:

- 13º salário
- Férias
- Aposentadoria
- Complementação de aposentadoria
- Gratificações
- Planos de empréstimos
- Complementação de salários nos afastamentos prolongados por doença ou acidente de trabalho
- Reembolso ou financiamento de remédios , etc.

  B) Benefícios não monetários: São aqueles oferecidos na forma de serviços ou vantagens, ou facilidades para o usuário. Tais como:

- Refeitório
- Lanchonete ou cantinas
- Assistência médica e odontológica
- Serviço Social
- Clube
- Seguro de Vida
- Horário flexível
- Transporte da empresa


3) Quanto a seus objetivos: Podem ser classificados em relação aos objetivos que pretendem alcançar em assistências, recreativos e supletivos.

Benefícios Assistenciais, Recreativos e Supletivos


Planos Assistenciais: São os benefícios que visam prover o empregado e sua família de certas condições de segurança e previdência em casos de imprevistos ou emergências, fora de seu controle ou de sua vontade.

Exemplos: 
- Médico
- Odontológico
- Financeiro
- Educacional 
- Medicamento
- Jurídico
- Cooperativa de consumo


Planos Recreativos: São serviços e benefícios que visam proporcionar ao empregado condições de repouso, diversão, recreação, higiene mental ou lazer construtivo. Em alguns casos esses benefícios se estende a família do empregado.

Exemplos:
- Clube 
- Colônia de férias
- Lazer recreativos, esportivo
- Cultural
- Excursões programadas
- Música ambiente


Planos Supletivos: São serviços e benefícios que visão proporcionar aos empregados certas facilidades, conveniências e utilidades para melhorar sua qualidade de vida.

Exemplos:
- Restaurante no local de trabalho
- Estacionamento privado
- Distribuição de café
- Bar e cafeteria





( WELLINGTON LUIZ )
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Recrutamento e Seleção - Relatório da aula do dia 01/10/14

O que é avaliação 360º graus?


A avaliação 360º graus é um instrumento de desenvolvimento que pode ser usado por qualquer pessoa que tenha interesse em se autoconhecer, enxergando-se  a partir de múltiplas perspectivas. Quando utilizada dentro do contexto organizacional, contribui de maneira significativa para o desenvolvimento de competências e comportamentos de liderança demandados pela organização.

Como funciona

Na ‘Avaliação 360 Graus’, os participantes recebem feedbacks estruturados de seus superiores, pares, subordinados e outros stakeholders. Além disso, o profissional elabora sua própria auto avaliação.
Para chegarem a esse tal ‘feedback estruturado’, os membros da equipe preenchem um questionário específico, que descreve os comportamentos de liderança considerados essenciais pela organização.
Os resultados são confidenciais, ou seja, a pessoa que os recebe não sabe quem a avaliou. A garantia de anonimato é uma maneira de evitar que os subordinados fiquem com medo de agir com sinceridade, e a confidencialidade em torno dos resultados poupa o avaliado de eventuais constrangimentos.
Graças aos feedbacks recebidos, o profissional pode guiar melhor o seu próprio desenvolvimento, perceber em quais pontos ele pode e deve melhorar e, assim, corresponder plenamente às expectativas da empresa.


A importância da avaliação 360º graus


Manter a equipe motivada é sempre importante, unida em torno de objetivos comuns, disposta a enfrentar os desafios e a superar metas, é elemento fundamental para o sucesso e, cada vez mais, para a sobrevivência das empresas. Mas como proporcionar ânimo à equipe? Não basta pagar salários justos e conceder benefícios. A remuneração é importante, mas não é tudo. Reconhecer os méritos, oferecer um ambiente saudável de trabalho e evitar certos vícios comuns à vida corporativa, como o autoritarismo da chefia e o mau costume de dar ouvido a fofocas, são medidas indispensáveis. Mas há algo que tem mais peso do que todos os outros elementos juntos: colocar a pessoa certa no cargo certo é fundamental.
Por exemplo, um funcionário com perfil inseguro, que evita compartilhar projetos e ideias com os demais membros da equipe, impacta no trabalho dos demais. Um gestor que não dá retorno aos subordinados e até os trata de maneira agressiva e autoritária pode estar comprometendo o avanço dos projetos e do desempenho de sua equipe.
E isso é independentemente da formação acadêmica ou do grau de conhecimento técnico que possuam. Por isso, não importa qual seja o tamanho da empresa ou a sua área de atuação, incorporar a realização de avaliações constantes será muito produtivo.
O importante, principalmente para o gestor, é saber utilizar a ‘Avaliação 360 Graus’ e continuar incentivando o desempenho e crescimento dos funcionários da empresa.

 (Bruna Rodrigues)
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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Plano de Benefícios - Relatório da Aula do dia 30/09

Salário In Natura

"O salário in natura ou também conhecido por salário utilidade é entendido como sendo toda parcela, bem ou vantagem fornecida pelo empregador como gratificação pelo trabalho desenvolvido ou pelo cargo ocupado.
São valores pagos em forma de alimentação, habitação ou outras prestações equivalentes que a empresa, por força do contrato ou o costume, fornecer habitual e gratuitamente ao empregado."

Benefício: qual é a sua finalidade? 
R: Atrair e reter talentos dentro da empresa

A Diferença entre Benefícios monetários e não-monetários


Os benefícios monetários são aqueles em que a empresa tem gastos. Alguns exemplos são os mais conhecidos, como o Vale Refeição, Vale Transporte, Vale cultura e etc. Os benefícios não monetários são todos em que a empresa não vai precisar ter gastos com o funcionários beneficiado, onde podemos citar como exemplo convênios(com clubes, academias, faculdades), parcerias com os outras empresas e folgas.


Tipos de Benefícios

Inicialmente, podemos classificar os benefícios em 2 tipos: Os legais e os facultativos

Benefícios legais

  • Vale Transporte
  • 13º Salário
  • Férias
  • Abono de Férias
  • Abono Pecuniário
  • Salário Família
  • Auxilio Maternidade
  • Adicional Noturno
  • Hora Extra
  • Vale Cultura


Benefícios Facultativos(ou expontâneos)

  • Vale Refeição
  • Vale Alimentação
  • Auxilio Médico
  • Seguro de Vida
  • Assistência Odontológica
  • Entre outros

Existem também os benefícios obrigatórios. São aqueles que eram facultativos mas agora são obrigatórios por força de acordo coletivo. "Todo benefício legal é obrigatório, mas nem todo benefício obrigatório é legal."

*O benefício deve ser descontado, ou corre o risco de ele incorporar no salário

(Felippe)
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014



O que é Organização?



Em Administração de Empresas, entende-se por organização uma entidade social formada por duas ou mais pessoas que trabalham de forma coordenada em determinado ambiente externo visando um objetivo coletivo. Envolve a divisão de tarefas e atribuição de responsabilidades.
Organização é uma palavra originada do Grego "organon" que significa instrumento, utensílio, órgão ou aquilo com que se trabalha. De um modo geral, organização é a forma como se dispõe um sistema para atingir os resultados pretendidos.
A estrutura de uma organização pode ser formal ou informal. Uma organização formal é planejada e estruturada seguindo um regulamento interno. Organização informal são as relações geradas espontaneamente entre as pessoas, resultado do próprio funcionamento e evolução da empresa.
Existe um conjunto de elementos que estão diretamente associados a uma organização, tais como: clientes, fornecedores, concorrentes, comunicação social, entre outros.
5S's

Agora, se temos problema com a organização, existem algumas ferramentas que podem nos ajudar. Uma desta ferramentas é o 5S - uma metodologia japonesa para organização de qualquer ambiente.

O que significa os 5S? São palavras que, transliteradas para o nosso idioma, começam com a letra S. São elas: Seiri, Seiton, Seisõ, Seiketsu e Shitsuke. Vamos falar um pouco sobre cada uma delas:

Seiri -  senso de utilização - verifica o que é realmente necessário no ambiente de trabalho ( ferramentas, materiais, papéis etc ). O que não está sendo usado é guardado ou descartado. Este processo diminui os obstáculos à produtividade no trabalho.

Seiton - senso de ordenação - enfoca a necessidade de um espaço organizado ( quadro de ferramentas, arquivo de documentos etc ). Dispomos os materiais que precisamos no nosso serviço de maneira a melhorar o fluxo do nosso trabalho e eliminando movimentos desnecessários.

Seisõ - senso de limpeza - a limpeza é uma necessidade diária de qualquer ambiente. Geralmente, em escritórios existe uma equipe que faz esta limpeza. Mesmo assim, podemos ajudar jogando o lixo fora, por exemplo. Existe ambientes, como as oficinas por exemplo, onde os funcionários devem fazer esta limpeza. No final do expediente pode-se tomar alguns minutos para executar esta organização. 

Seiketsu - senso de saúde - este senso pode parecer um tanto metódico, mais é importante. Basicamente, ele padroniza as práticas do trabalho, como manter os materiais juntos, canetas com canetas, livros com livros e assim por diante. Favorece à saúde física, mental e ambiental.

Shitsuke - senso de autodisciplina - quando implantamos os últimos quatro S considerados, aplicamos este quinto S para fazer a manutenção e manter a ordem em nosso ambiente de trabalho. É um tanto difícil, pois é necessário fazer com que os funcionários mantenham à ordem no local de trabalho. Devem seguir regras como " usou, guarde", "sujou, limpe". Como eu disse, não é fácil, mas é importante tentar.

AS GARRAFAS
Dinâmicas de Grupo
ORGANIZAÇÃO DO GRUPO
Objetivo: Analisar a importância da organização, diferenciando uma ação espontânea de uma ação planejada.Para quantas pessoas: 20 ou mais pessoas
Material necessário: 6 garrafas vazias, de boca não muito estreita e areia na quantidade exata para encher as seis garrafas

A Descrição da dinâmica: Pede-se 6 voluntários que se colocam em fila e aos pés de cada um se coloca a garrafa vazia Distante dos participantes, cerca de 6 metros, se coloca a areia Todas as garrafas devem ser enchidas de areia.
A areia que for derramada para fora do recipiente não poderá ser reaproveitada. Ganha o que encher sua garrafa e, de volta ao seu lugar, colocar a garrafa aos seus pés O coordenador conta até três e dá a ordem de partida
Quando o primeiro chegar com a garrafa, os outros param Todos -, mostram o quanto conseguiram colocar em suas garrafas e quanta areia ficou esparramada. Em seguida, pede-se 6 novos voluntários e se repete o exercício.Antes de dar a ordem de partida, faz-se uma pequena avaliação de como e comportou a equipe anterior. Antes de se fazer uma terceira rodada da mesma atividade, avalia-se novamente o desempenho da equipe anterior.
 Finalmente, avaliam-se as três etapas da dinâmica.
Para esta discussão final, é interessante que as avaliações feitas em cada etapa estejam anotadas de forma que todos possam tê-las à vista.
O coordenador pede que todos reparem na avaliação da primeira rodada Pergunta por que as coisas se deram dessa maneira? E pode, a partir do que for dito pelo grupo, analisar os elementos de uma ação espontânea.
Ao analisar a segunda rodada, pode perguntar que elementos foram superados em relação à primeira? O que permitiu superar estas coisas? Neste momento, o coordenador pode retomar o que significa a experiência que se vai acumulando em relação ao planejamento e à ação e a importância de se refletir sobre ela A analisar a última volta, se retoma a fundo a necessidade de realizar ações de forma planejada, avaliando os erros e os acertos Posteriormente, analisa-se a importância de seguir os objetivos de forma coletiva e completa (e não apenas parcialmente), observando que não se tratava de uma competição, mas que o objetivo era que todos enchessem suas garrafas Foi dito no começo que "ganha aquele que conseguir encher sua garrafa e, de volta ao seu lugar, colocar a garrafa aos seus pés"
Logo depois desta etapa, o coordenador da dinâmica deve levar as pessoas a compararem a dinâmica com o que se passa na vida real de cada um dos participantes.
Recomendação Durante o desenvolvimento da dinâmica, o coordenador deve estar atento para que as avaliações sejam sobre a própria dinâmica e não se entre em reflexões sobre a vida Já na reflexão final deve atentar para que se deixe de lado o que aconteceu na dinâmica para que se analise a realidade.
TROCA DE SEGREDOS

DESENVOLVIMENTO PESSOAL.
Objetivo: Aprender a se aceitar e ajudar a desenvolver a empatia com os outros membros do grupo.Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas.Material necessário: Papel e caneta ou lápis para cada um.
Descrição da dinâmica: Cada um deve escrever no pedaço de papel que recebeu alguma dificuldade que encontra no relacionamento com os outros e que não gostaria de expor oralmente.Cada um deve despistar a própria letra e todos os papéis devem ser dobrados da mesma forma. O coordenador da dinâmica recolhe e mistura os papeizinhos. A seguir, são sorteados os papeizinhos entre os participantes da dinâmica e cada um assume o problema que estiver descrito no papel que pegou. Deve ler o problema em voz alta, explicar como se o problema fosse dele e propor alguma solução para o problema. Não se deve permitir debates nem perguntas Quando todos já tiverem falado, o coordenador poderá propor algumas questões para os participantes como você se sentiu ao ver o seu problema descrito? Como você se sentiu ao explicar o problema de um outro? O outro compreendeu seu problema? Você compreendeu o problema do outro? Como se sentiu em relação ao grupo?


Feito por: Wellington Luiz
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO - RELATÓRIO DA AULA DO DIA 24/09/2014

A Empresa Starbucks, em processo de crescimento de suas lojas necessita contratar 200 jovens, para compor seu quadro de colaboradores para abertura de novas lojas, com necessidade de diversos cargos.
Porém a mesma disponibiliza apenas 5 dias para realizar as contratações, sem a possibilidade de aumento de funcionários para o RH.

De que forma, você gerente de RH, solucionaria esta situação sabendo-se que são diversos cargos: (Caixa,gerente,atendente,limpeza) E não existe a possibilidade de prorrogação de prazo.





                                                              Cronograma






( Bruna Rodrigues)


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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Treinamento e Desenvolvimento - Relatório da Aula do dia 23/09/2014


Hoje em dia no mercado de trabalho, um dos aspectos mais importantes e mais procurados nos colaboradores é a capacidade de trabalhar em equipe. Seguem abaixo, algumas dicas importantes:

Saber ser paciente, saiba ouvir o que o outro tem a dizer equilibrar o "falar" e o "ouvir".

Ser uma pessoa solidária, que possui a capacidade de identificar problemas em seus colegas de equipe e ajuda-los 

Aceitar as idéias dos outros, as vezes uma ideia que, inicialmente, parece absurda, pode revelar-se como genial. É importante dar voz a todos os integrantes da equipe e não menosprezar suas ideias.

Não criticar os colegas. é crucial saber a diferença entre uma crítica construtiva e uma crítica destrutiva. Dê críticas construtivas como conselhos, saiba como falar e aonde falar. Uma crítica mal colocada e mal interpretada pode ferir o relacionamento dos integrantes e prejudicar o trabalho como um todo. Não pense que sua forma de trabalhar é superior a dos demais.

Respeitar as diferenças é também crucial. Em uma equipe, sempre haverão diferenças, já que ninguém é igual a ninguém. Não importa a religião, condição sexual, situação socio-econômica: saiba respeitar seus colegas de equipe. O respeito é a base para a construção de um relacionamento saudável, que vai fortalecer e melhorar o trabalho do grupo como um todo.

Outro ponto importante é também dialogar. Evite fofocas, intrigas e sempre dialogue com seus colegas de grupo. Se estiver com um problema ao concluir uma tarefa, procure ajuda, não se cale.

Por último, temos que saber dividir tarefas e cumprir prazos. Todos os membros da equipe devem participar do trabalho JUNTOS! Além disso, todos devem ter a consciência da importância de trabalhar e cumprir prazos. Não importa se é uma tarefa difícil ou algo fácil, fazer com que todos trabalhem e participem agiliza os processos e faz todo um trabalho fluir de maneira mais satisfatória.



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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Recrutamento e Seleção - Relatório da Aula do dia 22/09/2014

 A importância da integração de novos colaboradores 

Atualmente poucas empresas dão importância à integração de novos colaboradores, fazendo somente o papel de apresentá-lo aos seus colegas de departamento e seus instrumentos de trabalho, não repassando a ele seus direitos e deveres, deixando de informar sobre a missão, visão e valores da empresa. 
Em longo prazo, essa pratica não trás bons resultados, pois o colaborador acaba tendo que aprender sozinho a lidar com algumas situações, e por vezes o de maneira errada, tendo um resultado não muito satisfatório. Para ter um empregado motivado, comprometido com o trabalho e com resultado da empresa é necessário que ele seja bem recebido, acolhido e informado. Ele deve ser “integrado” na organização como o próprio nome já diz, e não somente colocado nela. Com certeza desta forma ele vai se sentir motivado e vai produzir muito melhor. 

 1. Apresentação das Políticas de Recursos Humanos (Visão, Missão e Valores). 
 2. Apresentação das normas de segurança 
 3. Apresentação dos produtos ou serviços da organização, bem como sua    história e atuação no mercado.
 4. Visitação aos principais setores da organização. 
 5. Encaminhamento do novo colaborador ao setor.

 (Suelinton Dantas)
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VÍDEO: Psicóloga fala sobre a importância de RH nas empresas

O que é ser líder? Qual a vantagem que o líder tem, ao incentivar a implantação das ferramentas da psicologia do trabalho dentro da empresa? O que é motivação? Por que é difícil deixar a cultura do departamento pessoal e adotar políticas de recursos humanos ou de gestão de pessoas? As respostas estão na entrevista da professora Adriana Caldana, da FEA-USP, à TV Hemocentro.

(Felippe)



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domingo, 21 de setembro de 2014

Recrutamento e Seleção - Relatório da Aula do dia 19/09/2014

PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DO RH   

Uma vez selecionada uma solução, chega-se ao momento de fazer um plano de ação para a sua implementação, isto é, considerar: o que fazer, por que fazer, como fazer , quando fazer e quem será o responsável pela implementação
Para cada solução selecionada devemos  elaborar um plano de ação composto de 
        Ações a serem desenvolvidas
        Recursos necessários
        Responsabilização
        Indicadores
        Cronogramas
        Metas
 A implantação do Departamento de Recursos Humanos é fundamental para o crescimento da empresa. Dentre as dezenas de atividades do Gestor de RH, as primeiras que darão um norte à criação do RH são
1) Entenda o negócio da empresa, os conceitos, objetivos, valores e condutas
2) Procure discutir com a alta administração sobre valores que deverão ser reforçados e os que deverão ser alterados
3) Estabeleça e escreva as Políticas de RH
4) Defina e estruture o Regimento Interno da empresa e o Código de Ética
5) Estruture o Plano de Cargos, descrevendo cargos, funções, perfil, qualificações e competências
6) Defina as políticas de recompensa: plano de carreira, benefícios, reconhecimento e recompensa, visando aumentar a motivação e busca por resultados.
7) Defina as necessidades de treinamentos e planos de desenvolvimentos dos funcionários
8) Meça os retornos obtidos com os treinamentos através de Avaliações de Desempenho
9) Faça pesquisas de Clima Organizacional e Avaliação 360 graus para identificar problemas e resolve-los
10) Use softwares para acompanhar os processos e acompanhar cada colaborador, além de testes para identificação de competencias e perfil profissional

(Marcelo)
fonte http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?idc_cad=empfx676m
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Treinamento e Desenvolvimento - Relatório da Aula 18/09/2014

LIDERANÇA



Não existe uma receita para uma liderança ideal, nem sempre um estilo de liderança adotado será eficaz para todas as situações. Sendo assim, devem-se adotar estilos de liderança que se adaptem ao contexto e que tragam o melhor resultado possível, um bom líder precisa ter certas qualidades como: responsabilidade, persistência, iniciativa, boa vontade, conhecimento, postura, firmeza, paciência mas a principal virtude de um líder é a sua boa relação com seus liderados, pois isso indica que você os considera e respeita.
Os verdadeiros líderes permitem-se ouvir aqueles que lhe cercam, participam da vida de suas equipes, procuram soluções para as dificuldades de seus membros e tem um olhar inovador ao ponto de enquadrar um membro mais fraco para brilhar em outros processos inovadores, oferecem novas oportunidades nos processos a fim de mostrar para seus colaboradores, o quanto eles são capazes de superar seus medos e enfrentar os desafios que surgirão no cotidiano. Muitas vezes, as equipes de trabalho tornam-se fracas por serem mal gerenciadas, por seus líderes que não motivam e tampouco dão oportunidades aos seus colaboradores. Sendo assim, resultando na baixa produtividade, refletindo no mau atendimento aos seus clientes que, por consequência, não oferecerão lucros.


DIFERENÇA ENTRE CHEFE E LÍDER 




(Bruna Rodrigues)


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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Relacionamento Interpessoal

A importância de se manter um bom relacionamento com os colegas de trabalho e com o seu chefe.




(Felippe)
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Recrutamento e Seleção - Relatório da Aula 17/09/2014

   PROCESSO DE SELEÇÃO 

Perfil  esperado por qualquer entrevistador?

 As características pessoais mais procuradas pelos entrevistadores são: objetivos profissionais e de vida definidos; automotivação; iniciativa; responsabilidade; dedicação; ambição; capacidade de aprender; capacidade de trabalho em equipe; ser voltado para resultados.

Além disso, é preciso ter atitude positiva, que significa a maneira como nos comportamos em relação à vida. Se somos otimistas, colaborativos, sociáveis e participantes. Ou se somos pessimistas, egoístas e revoltados. Para que os objetivos da empresa sejam atingidos, é essencial que a atitude do grupo seja positiva, otimista e colaborativa.

Use termos como: Sim posso! Sim gostaria! Sim me interessa! Não, não tem problema!

O candidato precisa ter também expectativas adequadas.

E o que seria a expectativa adequada?

Muitos erroneamente avaliam o sucesso profissional e pessoal através dos aumentos salariais recebidos ao longo dos anos. Com o tempo, descobrimos outros fatores tão ou mais importantes para nós, como a satisfação pessoal e a satisfação profissional. São sentimentos que nenhum salário polpudo traz por si só.

Quando somos entrevistados, devemos deixar transparecer nossa busca de realização pessoal e profissional. De nosso desejo de fazer parte de uma equipe de sucesso e de poder contribuir para a construção de algo.

Outro ponto esperado pelo entrevistador é maturidade.

E isso não está ligado à idade, certo?

Não, isso não está ligado à idade. Ser maduro significa ser ponderado e prudente. Na entrevista, significa ouvir e pensar antes de falar. Não se precipitar nas respostas.

Que erros nenhum entrevistador suporta?

Atrasos ou faltas à entrevista; falar mal de ex-chefe ou de empresa anterior; comunicação muito coloquial ou com excesso de gírias; candidatos que colocam restrições quanto ao horário de trabalho e que justificam sua pretensão salarial baseados em sua necessidades financeiras pessoais.

O entrevistador se prepara para uma entrevista? O que o entrevistado pode fazer sabendo disso?

Sim. O entrevistador faz um resumo das responsabilidades envolvidas no cargo em questão bem como o perfil do candidato procurado. De posse dessa informação, o candidato deve procurar conhecer o máximo possível sobre a empresa em que pretende trabalhar, através de pesquisa na Internet. Também é importante conhecer detalhes dos requisitos para o cargo, algo que deve ter sido divulgado pela empresa ou que, em última instância, pode ser perguntado diretamente ao RH [recursos humanos] da empresa.

Por outro lado, há atitudes que ajudam a conquistar qualquer entrevistador?

Sim: saber ouvir e evitar respostas fechadas do tipo sim ou não. Deve-se elaborar um pouco sobre a pergunta, mas também com cuidado para não ficar muito longo. É preciso ainda mostrar interesse pela empresa e pela vaga oferecida e mostrar disponibilidade e flexibilidade para participar das próximas etapas da seleção.










( Wellington Luiz)




























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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Treinamento e Desenvolvimento - Relatório da Aula 16/09/2014

Relações Interpessoais

Em uma empresa, nós não escolhemos as pessoas com as quais vamos conviver, seria certo dizer que estamos em relacionamentos forçados. Passamos 2/3 de nossa vida trabalhando e por isso é muito importante que saibamos manter bons relacionamentos com nossos colegas e ser sempre IMPARCIAL na tomada de decisões que possam vir a afetar o próximo. Fofocas e intrigas são totalmente dispensáveis, sendo esses um dos principais motivos de brigas dentro do ambiente de trabalho, o que contribui para a construção de um clima ruim entre os colaboradores.
O RH deve estar sempre atento a problemas relacionados a Interpessoalidade e procurar resolve-los da melhor maneira possível, através de conversas e treinamentos, já que isso além de afetar o bem-estar dos colaboradores, também pode vir a trazer prejuízos diretos para a empresa.




Pontualidade

Boa parte das empresas possui uma rotatividade de funcionários muito alta. Entre os diversos fatores possíveis, podemos destacar um em particular: A Falta de Pontualidade, que leva a um grande acumulo de atrasos que, por sua vez, leva a demissão.
Aqui no Brasil, nós não pensamos nisso como algo importante, achamos que é algo banal e que um atraso é totalmente tolerável. Na realidade devemos pensar diferente: Quando somos pontuais, estamos respeitando aqueles que nos esperam, evitamos decepções e damos a garantia que somos pessoas de confiança, que honramos com nossos compromissos.
Em uma empresa, ser pontual é de extrema importância, pois estamos economizando tempo e realizando nossas tarefas no tempo previsto.
No vídeo abaixo, o tema Pontualidade é bem abordado. Confiram:





(Felippe)

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Recrutamento e Seleção - Aula do dia 12/09/2014


Testes e Entrevistas no Processo Seletivo

Só de ouvir falar, muita gente arregala os olhos de preocupação. Os testes de seleção são uma das etapas mais temidas dos processos seletivos, às vezes até mais do que a própria entrevista. Mas é importante lembrar que ficar nervoso e preocupado só piora a condição do candidato. Aplicados geralmente antes ou depois da entrevista individual, os testes têm como objetivo detectar características da sua personalidade, o que significa que não há bom ou mau desempenho. Sendo verdadeiro, você mostrará se está pronto para corresponder às expectativas da empresa, independente do tipo de teste que estiver fazendo.
     Um dos maiores índices de uso dos testes psicológicos ou psicotécnicos no mercado brasileiro é na seleção de candidatos para os disputados empregos públicos do governo em todos os estados.
     Enquanto é claro que a entrevista de emprego e outros métodos de avaliação psicológica sejam a principal fonte de preocupação para a maioria dos candidatos, o teste de personalidade é o principal elemento de mistificação do processo de seleção. Muitos candidatos não sabem o suficiente sobre eles.
     A maioria dos candidatos acredita que os testes de personalidade são imprecisos e um "capricho dos "psicólogos'". Muitos realizadores de qualquer teste de personalidade estão convencidos de que os resultados não reflectem de forma confiável seus comportamentos. Esta atitude sobre os testes de personalidade é em geral um motivo para falha nas entrevistas de emprego. Se o candidato trata um teste com resistência, cinismo ou raiva, ele sem dúvida estará minimizando suas chances de sucesso.
     A maioria dos processos de seleção de funcionários, como, por exemplo, a entrevista de trabalho, examina o comportamento total dos candidatos . Ao contrário, os testes de personalidade vão mais a fundo e visam revelar características pessoais mais profundas e menos óbvias.
     As informações fornecidas por estes testes, como também pelas entrevistas e testes de aptidão, ajudam o avaliador a juntar todas as peças e ter uma impressão global do candidato.
     Uma reclamação recorrente que ouvimos dos candidatos é que os testes de personalidade são inválidos e que não conseguem realmente extrair as verdadeiras informações sobre a personalidade de alguém, e somente os psicológos acreditam neles. Esta reclamação é falsa. Os testes de personalidade podem não ser um perfeito preditor do futuro desempenho no trabalho oferecido, mas eles são certamente ferramentas classificatórias nos processos de seleção de candidatos.
     Viviane Panareli, psicóloga especializada em Psiquiatria e consultora free-lancer, explica que não há razão alguma para se preocupar. "Tento mostrar ao candidato que o teste não é um bicho de sete cabeças e o seu objetivo é justamente verificar se há uma ligação entre o perfil do candidato e o perfil da empresa, característica essencial para a pessoa se dar bem na organização"


(Marcelo)
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Recrutamento e Seleção - Relatório da Aula 15/09/2014

Na hora da entrevista!
Em uma entrevista de emprego  são feitas  algumas perguntas para  avaliar o perfil do  futuro colaborador da empresa. Seguem abaixo as  10 perguntas mais comuns feitas no processo de recrutamento :

1° Fale sobre você.
 R: Essa resposta deve ser muito bem praticada. Procure ser sucinto, direto e focalize os resultados. Fale somente sobre assuntos profissionais. 

2° Quais são seus objetivos em curto prazo? 
R: Seja específico. "Quero ser gerente de vendas", por exemplo

3° Quais são seus objetivos a longo  prazo?  
 R: Fale em termos profissionais, sendo bem objetivo: ser diretor de engenharia, gerente-geral ou algo similar. Mostre também que traçou metas, pretende fazer cursos, pós-graduação, MBA e idiomas.
 É recomendável não se referir à vida particular.

4° O que você procura em um determinado emprego?
 R: Desafio, envolvimento e chance para contribuir para a empresa. Essa é uma das melhores respostas.

 5° Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
 R: Sim. Dê exemplos de situações vividas em seus trabalhos anteriores.

 6° Como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa? 
R: Conte os benefícios que você vai trazer e como pode com seu desempenho, gerar lucros para a empresa.

7° O que você sabe sobre nossa organização?  O que te atrai nela? 
R: Para responder da melhor forma a essa pergunta, é preciso se preparar fazendo uma pesquisa sobre a empresa.
É sempre interessante fazer uma breve pesquisa no ‘’ Quem somos ‘’ da empresa, antes da entrevista. 



8° Fale sobre resultados que tenha alcançado e que tenham lhe dado grande satisfação.
 R: Liste as maiores realizações em sua carreira ou em seu emprego atual. Escolha bem essas realizações e mencione aquelas mais recentes e condizentes com seus objetivos profissionais. 


9° Quais são seus pontos fortes? 
R: Fale das características universalmente desejadas, tais como entusiasmo, persistência, dedicação, criatividade, iniciativa (pró-atividade) responsabilidade e competência na área técnica.

10° Quais são seus pontos fracos?

 R: Nunca mencione algo negativo. Responda aquilo que, na realidade, é positivo. Tal como exigente demais, impaciente, perfeccionista.


(Suelinton Dantas)
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