Gestão em Recursos Humanos

Gestão em Recursos Humanos

domingo, 12 de outubro de 2014

resumo da aula do dia  10/10/2014         


Método do Escalonamento 
É também denominado método da comparação simples e consiste em se dispor os cargos em um rol (crescente ou decrescente) em relação a algum critério de comparação. Recebe também o nome de comparação cargo a cargo pelo fato de que cada cargo é comparado com os demais em função do critério escolhido, como base de referencia. Trate-se do mais rudimentar dos métodos de avaliação de cargos, pois a comparação entre os cargos é global e sintética, sem considerar nenhuma analise ou decomposição. Assim, a comparação tende a ser superficial.

 Método das Categorias Predeterminadas
Constitui uma variação do método do escalonamento simples. Poderia ser denominado método dos escalonamentos simultâneos. Para se aplicar este método, faz-se necessário dividir os cargos a serem comparados em conjuntos de cargos (categorias predeterminadas) que possuam certas características comuns. A seguir, faz-se aplicação do método do escalonamento simples em cada um desses conjuntos ou categorias de cargos.
 Método da Comparação de Fatores 
Utiliza o principio do escalonamento. É uma técnica analítica, no sentido de que os cargos são comparados através de fatores de avaliação. A criação do método de comparação de fatores é atribuída a Eugene Benge que propôs cinco fatores genéricos, a saber:
1 Requisitos mentais
2 Habilidades requeridas
3 Requisitos físicos
4 Responsabilidade
5 Condições de Trabalho
O Método de Comparação por Fatores exige as seguintes etapas que devem ser desenvolvidas após a analise de cargos:
a. Escolha dos fatores de avaliação: constituem critérios de comparação, isto é, instrumentos de comparação que permitirão escalonar os cargos a avaliar.
b. Definição do significado de cada um dos fatores de avaliação: Quanto melhor a definição dos fatores, tanto maior a precisão do método.
c. Escolha dos cargos de referência: Permiti as comparações dos cargos. Os cargos de referência são escolhidos para facilitar o manuseio dos fatores de avaliação.
d. Escalonamento dos fatores de avaliação: cada cargo referencia é avaliado através do escalonamento dos fatores de avaliação.
e. Avaliação dos fatores nos cargos de referencia: Tomando-se por base os cargos de referencia, os fatores devem ser posicionados e ponderados quanto a sua contribuição individual para o total de modo que a soma total dos salários obtida para um cargo de referência possa ser dividida e considerada em termos absolutos para cada fator.
f. Montagem da Matriz de escalonamento e de avaliação dos fatores: É a reconciliação dos resultados obtidos na avaliação de fatores com aqueles obtidos no escalonamento original dos fatores. Deve haver conformidade entre as diferenças relativas indicadas pelo escalonamento e as diferenças absolutas encontradas nas alocações salariais arbitrarias e subjetivas.
g. Escala comparativa de cargos: Transformação da matriz de escalonamento e de avaliação em cada escala comparativa de cargos.
 Método de avaliação por pontos
É também denominado método de avaliação por fatores e pontos. Criado pelo americano Merril R. Lott, tornou-se o método de avaliação de cargos mais usado nas empresas. É o mais aperfeiçoado e o mais utilizado dos métodos aqui expostos. A técnica é analítica: cargos são comparados através de fatores de avaliação em suas partes componentes. É também técnica quantitativa: são atribuídos valores numéricos para cada elemento do cargo e um valor total é obtido pela soma dos valores numéricos.
O método de avaliação por pontos se fundamenta na analise de cargos e exige as seguintes etapas:
1. Escolha dos fatores de avaliação: São os mesmos fatores de especificações escolhidos para o programa de analise de cargos e são constituídos em quatro grupo de fatores:
a. Requisitos Mentais
b. Requisitos físicos
c. Responsabilidades envolvidas
d. Condições de Trabalho
2. Ponderação dos fatores de avaliação: É feita de acordo com a importancia relativa de cada fator, já que os fatores não são idênticos em sua contribuição ao desempenho dos cargos, requerendo ajustamentos compensatórios.
3. Montagem da Escala de Pontos: A etapa seguinte é a atribuição de valores numéricos aos graus de cada fator. Geralmente, o grau mais baixo de cada fator corresponde ao valor da percentagem de ponderação.
4. Montagem do Manual de Avaliação de Cargos: Passa-se a definir o significado de cadê grau de cada um dos fatores de avaliação.
5. Avaliação: dos cargos através do Manual de Avaliação: Passa-se a avaliar os cargos. Tornando-se um fator de cada vez e se comparam com ele todos os cargos.
6. Delineamento da Curva Salarial: É a conversão dos valores dos pontos em valores monetários. Deve-se ressaltar que isto não significa que a relação numérica entre os cargos indique uma diferenciação precisa em valores monetários entre eles.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Remuneração - Relatório da aula do dia 08/10/14

 Descrição de cargo 

Descrever um cargo significa relacionar desde o que o ocupante faz até o motivo porque faz, a descrição de cargo é um retrato simplificado do conteúdo e das principais responsabilidades do cargo. O formato de uma descrição de cargo inclui o título do cargo, o sumário das atividades a serem desempenhadas e as principais responsabilidades do cargo. A descrição do cargo relaciona de maneira breve as tarefas, deveres e as responsabilidades do cargo.Analisar um cargo significa detalhar o que o cargo exige do seu ocupante em termos de conhecimentos, habilidades e capacidades para que possa desempenhá-lo adequadamente. A análise de cargos procura determinar quais os requisitos físicos e mentais que o ocupante deve possuir, as responsabilidades que o cargo lhe impõe e as condições em que o trabalho deve ser feito. E também se se preocupa com as especificações do cargo em relação ao ocupante que deverá preenchê-lo.



(Bruna Rodrigues)



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terça-feira, 7 de outubro de 2014


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Remuneração - Relatório da Aula do dia 06/10/2014

Isonomia Salarial

Atualmente não há legislação trabalhista que trate especificamente da Gestão de Cargos e Salários. No entanto, indiretamente, há princípios que acabam por proteger o trabalhador de certas incoerências ou distorções que possam ocorrer em suas remunerações.

A falta do plano de cargos e salários na empresa geralmente traz definições de salários, promoções ou reconhecimentos sem uma adequada avaliação para este reconhecimento.

A importância do plano de cargos e salários está justamente na possibilidade de se garantir esta isonomia, através do exercício da avaliação da estrutura funcional separando tarefas e responsabilidades que corresponderão a cada cargo, atribuindo-lhes valores justos e coerentes.


Suelinton 
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Plano de Benefícios - resumo da aula do dia 07/10/2014

Retorno de Investimento


É muito importante ter um plano de benefícios na empresa, mas é também igualmente importante saber selecionar quais os melhores e mais adequados para sua organização. 

Quando uma organização implanta um plano de benefícios, ela não esta somente interessada no bem estar do funcionário, ela também deve ser beneficiada de alguma maneira, para que seja considerado um INVESTIMENTO e traga benefícios a empresa. Normalmente, os benefícios retem os funcionários na empresa, diminuem a rotatividade, aumenta a satisfação no trabalho, facilita o recrutamento e retenção de pessoal, reduz distúrbios e queixas, aumenta a motivação dos colaboradores e, consequentemente, a lucratividade da empresa.

É preciso estar atento também a forma como os benefícios serão implantados. Antes de implantar novos benefícios, é preciso que seja feito um estudo dentro da empresa, buscando saber quais são as necessidades reais, ou então tudo poderá se transformar em uma grande dor de cabeça. Um plano de benefícios precisa ficar na empresa por, pelo menos, 1 ANO, por isso é necessário um estudo dos custos e despesas desses benefícios, eles precisam estar compatíveis com o que a empresa pode pagar, evitando assim reclamação por parte dos funcionários e desmotivação dos mesmos.

(Felippe)

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sábado, 4 de outubro de 2014

Remuneração - resumo da aula de 03/10/2014



Remuneração


“Remuneração é  o conjunto de retribuições recebidas habitualmente pelo empregado pela prestação de serviços, seja em dinheiro ou em utilidade, provenientes do empregador ou de terceiros, mas decorrentes do contrato de trabalho, de modo a satisfazer suas necessidades básicas e de sua família” (art. 457, CLT).

dessa vez eu decidi que no lugar de um resumo seria melhor posta o artigo todo e  depois de muita pesquisa eu encontrei um  arquivo em pdf que fala de toda a aula do dia 3/10/2014 ainda tem muito mais o que pode ser  muito bom  para quem falto  na ultima sexta 

aqui segue o link  http://rhufc.files.wordpress.com/2010/05/remuneracao-e-beneficios-trabalho.pdf  

 e um trabalho de uma outra turma de administração que pode ser muito bom para consultas em todo o caso vale a pena  dar uma olhada
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Plano de Benefícios - RELATÓRIO DA AULA DO DIA 02/10

Classificação de Benefícios



Os planos de benefício podem ser classificados de acordo com sua exigência, sua natureza e seus objetivos.

1) Quanto sua exigência legal: os planos podem ser classificados em legais e espontâneos.

     A) Benefícios Legais: São os benefícios exigidos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) ou por convenção coletiva entre sindicatos. 
Exemplos: Vale transporte, férias, 13º, FGTS, PIS, hora extra, etc.

Alguns desses benefícios são pagos pela empresa, enquanto outros são pagos pelos órgãos previdenciais.

     B) Benefícios Espontâneos: São os benefícios concedidos por mera liberalidade das organizações, já que não são exigidos por lei, nem por negociações coletiva.
Exemplos: Vale alimentação, vale refeição, cesta básica, assistência médica e odontológica, bônus, gratificações, empréstimos, etc.


2) Quanto a sua natureza: Os planos de benefícios podem ser classificados emmonetários ou não monetários, conforme sua natureza.

     A) Benefícios Monetários: São os benefícios concedidos em dinheiro, por meio de folhas de pagamentos gerando encargos sociais, que são:

- 13º salário
- Férias
- Aposentadoria
- Complementação de aposentadoria
- Gratificações
- Planos de empréstimos
- Complementação de salários nos afastamentos prolongados por doença ou acidente de trabalho
- Reembolso ou financiamento de remédios , etc.

  B) Benefícios não monetários: São aqueles oferecidos na forma de serviços ou vantagens, ou facilidades para o usuário. Tais como:

- Refeitório
- Lanchonete ou cantinas
- Assistência médica e odontológica
- Serviço Social
- Clube
- Seguro de Vida
- Horário flexível
- Transporte da empresa


3) Quanto a seus objetivos: Podem ser classificados em relação aos objetivos que pretendem alcançar em assistências, recreativos e supletivos.

Benefícios Assistenciais, Recreativos e Supletivos


Planos Assistenciais: São os benefícios que visam prover o empregado e sua família de certas condições de segurança e previdência em casos de imprevistos ou emergências, fora de seu controle ou de sua vontade.

Exemplos: 
- Médico
- Odontológico
- Financeiro
- Educacional 
- Medicamento
- Jurídico
- Cooperativa de consumo


Planos Recreativos: São serviços e benefícios que visam proporcionar ao empregado condições de repouso, diversão, recreação, higiene mental ou lazer construtivo. Em alguns casos esses benefícios se estende a família do empregado.

Exemplos:
- Clube 
- Colônia de férias
- Lazer recreativos, esportivo
- Cultural
- Excursões programadas
- Música ambiente


Planos Supletivos: São serviços e benefícios que visão proporcionar aos empregados certas facilidades, conveniências e utilidades para melhorar sua qualidade de vida.

Exemplos:
- Restaurante no local de trabalho
- Estacionamento privado
- Distribuição de café
- Bar e cafeteria





( WELLINGTON LUIZ )
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